terça-feira, 9 de abril de 2013

Arquiteta Zita Areal

A arquiteta Zita Areal veio à nossa escola falar com a comunidade. Na manhã de 24 de abril, realizou uma sessão muito prática para os alunos do 9º ano subordinada ao Tema: "Para que serve aprender? Para que serve imaginar? O que determina a feliz escolha de uma profissão?"
No final do dia, no âmbito das "Conversas ao fim de Tarde", foi realizada uma sessão para docentes/não docentes e pais/E. de Ed., com o tema "Quem somos nós - A resposta do século XXI - como a natureza nos preparou para a excelência."

sábado, 23 de março de 2013

Há Poesia na Escola? - Concurso Biblioteca Municipal

Mais uma vez o Agrupamento participou neste Concurso. Os poemas criados pelos alunos neste âmbito estão compilados num livro digital que está partilhado no separador leituras deste blogue. A Ana Beatriz do 3º ano da EB1 de Vil de Matos foi a vencedora do 2º Prémio. Parabéns Beatriz!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Um poema por dia, nem sabe o bem que lhe fazia...

O poema de hoje, para terminar estas duas semanas poéticas!


Poesia
Ai deixa, deixa lá que a Poesia
No perfume das flores, no quebrar
das ondas pela praia,
na alegria
das crianças que se riem sem porquê
- deixa lá que se exprima, a Poesia.
 
Sebastião da Gama, Palavras de Cristal

Peddy Paper da Leitura - Ler nas estrelas

.:: Fotos

quinta-feira, 14 de março de 2013

Um poema por dia, nem sabe o bem que lhe fazia...

O poema de hoje:


faz de conta
 
- Faz de conta que sou abelha.
- Eu serei a flor mais bela.

- Faz de conta que sou cardo.
- Eu serei somente orvalho.
 
- Faz de conta que sou potro.
- Eu serei sombra em agosto.
 
- Faz de conta que sou choupo.
- Eu serei pássaro louco.
 
Pássaro voando e voando
sobre ti vezes sem conta.
 
- Faz de conta, faz de conta.
 
Eugénio de Andrade
(selecionado por JI se Souselas)

Encontro+ com Alice Vieira na Biblioteca Municipal

.:: Fotos

quarta-feira, 13 de março de 2013

Um poema por dia, nem sabe o bem que lhe fazia

O poema de hoje, em dia que não choveu! :)

Espanto

Uma gota de chuva
suspensa de um telhado.

Dá-lhe o sol e parece
pequena maravilha.

É um berlinde, dizem
crianças entre si.

É uma bola, e bela,
mas não rebola, brilha!

É a lua? Uma bolha
de sabão de brincar ?

Um balão ? Um brilhante
de uma estrela vaidosa ?

Diz a velhinha olhando:
Quem chorou esta lágrima ?

Uma gota de chuva
suspensa de um telhado:

Chegou uma andorinha
engoliu-a e voou.

Maria Alberta Menéres (seleccionada por JI de Eiras)